Autarquias devem testar planos de catástrofe

O secretário regional da Saúde recomendou às autarquias açorianas que testem os seus planos de catástrofe pelo menos uma vez por ano.

O secretário regional da Saúde assistiu ao encerramento do exercício “Cachalote 13”, integrado no treino operacional do Comando da Zona Militar dos Açores, tendo destacado a "importância que representa o apoio militar em momentos de catástrofe” e lançado um desafio às autarquias para que, “pelo menos, uma vez por ano" testem os planos municipais de Protecção Civil, no sentido de "confirmar a sua operacionalidade”.

 

Luís Cabral, que assistiu ao exercício juntamente com o Presidente do serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA), defendeu a necessidade de as câmaras municipais testarem os respectivos planos, lembrando que, numa altura em que se registaram várias alterações ao nível de responsáveis autárquicos, “é importante verificar, por exemplo, se os telemóveis de contacto continuam actualizados”.

 

O secretário regional salientou ainda que oSRPCBA tem o seu dispositivo, que actua em primeira linha, mas acrescentou que “é sempre bom, como açorianos, perceber que existe capacidade das Forças Armadas para dar uma resposta complementar, tal como foi demonstrado”.

 

O exercício decorreu durante quatro dias, tendo como cenário uma situação decorrente de condições atmosféricas adversas.

 

Os militares envolvidos, entre outras actividades, montaram um acampamento de emergência nas proximidades do Complexo Desportivo João Paulo II, em Angra do Heroísmo, com capacidade para várias dezenas de pessoas, apoio médico, acomodações para eventuais desalojados e equipamentos móveis para preparação de refeições.

 

Na ocasião, os responsáveis militares fizeram um resumo dos exercícios que desenvolveram ao longo de 2013 no âmbito da sua preparação para missões de interesse público, com o objectivo de demonstrar que estão prontos para prestar apoio ao Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores.

 

O exercício “Cachalote 13” decorreu simultaneamente nas ilhas de S. Miguel e Terceira, envolvendo cerca de 400 militares dos regimentos de Guarnição N.º 1 e N.º 2 e da Unidade de Apoio do Comando da Zona Militar dos Açores.

 

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