MP investiga morte de bombeiros

“A instauração de inquérito é obrigatória sempre que o óbito ocorra nas circunstâncias em que ocorreram estes óbitos”, disse ao SOL fonte oficial da Procuradoria-geral da República, referindo-se à natureza violenta destas mortes. O MP vai investigar “os factos, os seus autores e a respectiva responsabilidade criminal”, explicou a mesma fonte.
Por terem, ao que tudo indica, ateado aquele que já é considerado o maior incêndio deste Verão, Fernando Marinho, de 20 anos, e Patrick, de 28 – identificados pela Polícia Judiciária no último fim-de-semana – têm uma responsabilidade directa e arriscam ser condenados a uma pena entre três e 12 anos, prevista para quem cause incêndio florestal e, dessa forma, crie perigo para a vida ou integridade física de terceiros. O primeiro, que ficou em prisão preventiva, confessou às autoridades ter ateado sete fogos com um isqueiro, ao longo da mata, com a ajuda do amigo, que voltou entretanto ao Luxemburgo, onde reside. Segundo foi avançado, terão agido por vingança, por Patrick ter sido multado pela GNR ao conduzir sem carta válida.
Fonte: SOL
